Minha análise fica em duas partes. Campanha: A campanha do game é bem fraca, não espere uma aventura épica nos campos de batalha do BF6, nada de revolucionário no game que todos já não tinham visto em outros games. Historia bem rasa e sem graça, no geral a história é bem confusa, você mal consegue entender o porque está ali lutando a aquela guerra, outro ponto principal, em que o game falha miseravelmente, é que, os personagens principais não tem carisma nenhum, todos ali são totalmente esquecíveis ate mesmo o vilão, se retirá-lo do game não fará falta alguma para a história. A jogabilidade é ok, mas a qualidade técnica do game é horrorosa, você atravessas os bonecos do seus companheiros, algumas horas eles ficam bugados e travam nos objetos ou uns nos outros, inteligencia artificial dos inimigos é medonha e nem adianta aumentar a dificuldade, porque eles continuaram burros do mesmo jeito, isso serve para os aliados também. Campanha é bem curta, 6 horinhas você zera na dificuldade maior do game. Nota 5 de 10 para campanha. Multiplayer: É aqui que o game brilha, jogabilidade muito boa, sem firulas dos CODs atuais, que tem aquela movimentação exagerada, o BF6 é bem pé mo chão, os bonecos não pulam feito cangurus no chão e nas paredes ou slida feito esquiadores por vários metros e o tempo todo rsrsrs, ate porque, você será muito penalizado por isso na mira da arma. Você não precisa ficar tryhardando no game o tempo todo e dando a vida a cada partida para jogar minimamente bem. Falando em armas, elas estão bastante balanceadas, não tem tanto recoil como um CS da vida. Os veículos estão muito bons, curva de aprendizagem bastante rápida para aprender a dirigir um tanque ou voar com uma jato ou helicóptero, claro, para ficar bom com veículos no game, tem que ter bastante dedicação principalmente com veículos aéreos. Mas no geral é um multiplayer muito gostosinho de jogar e viciante também. Nota 9 de 10.
Em meio ao caos organizado de um jogo competitivo moderno, plataforma se ergue como uma verdadeira ópera do imprevisível. Cada partida é um palco onde convivem o estrategista silencioso que joga como se fosse uma missão da CIA, o russo que grita “rush B” antes mesmo do round começar, e o brasileiro que transforma o chat de voz em um stand-up improvisado. Entre granadas mal lançadas e tiros certeiros que desafiam a física, nasce uma experiência quase artística — uma mistura de tensão, humor e pura insanidade digital. É o ponto de encontro entre a precisão milimétrica e o caos absoluto, onde a vitória muitas vezes depende mais da paciência do que da pontaria. CS2 não é apenas um jogo; é um retrato fiel da humanidade em 5 contra 5 — onde o herói, o traidor e o comediante podem ser a mesma pessoa, no mesmo round.